- março 5, 2025
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- Category: Engenharia

Escolha dos materiais de construção: como proceder corretamente
A escolha dos materiais de construção é uma das decisões mais estratégicas de qualquer obra — e errar nessa etapa pode comprometer a segurança, o orçamento e a durabilidade da edificação. Para orientar essa escolha corretamente, três critérios são essenciais: adequação técnica ao tipo de estrutura, compatibilidade com as normas vigentes (NBR/ABNT) e relação custo-benefício ao longo da vida útil do projeto. Nas próximas seções, você encontrará um guia completo com checklist prático, análise dos principais materiais e exemplos reais aplicados pela Da Vinci Engenharia em obras em Curitiba e região.
Felipe Barros é Engenheiro Civil, Técnico em Edificações e possui pós-graduação em Engenharia de Estruturas ou Patologia das Construções. Produz conteúdos sobre construção civil, estruturas e patologias das edificações, compartilhando informações técnicas e orientações práticas para apoiar profissionais e proprietários na identificação, prevenção e solução de problemas construtivos.
Por que a escolha dos materiais de construção define o sucesso da sua obra?
Na complexa tapeçaria da construção civil, a escolha dos materiais desempenha papel fundamental na criação de estruturas duradouras, seguras e funcionais. Essa decisão não influencia apenas a estética e o custo imediato da construção — ela impacta diretamente a durabilidade da edificação, a eficiência energética do imóvel, a facilidade de manutenção ao longo dos anos e a pegada ambiental do projeto como um todo.
De acordo com a ABNT NBR 15575:2021 (Norma de Desempenho para Edificações Habitacionais), cada material empregado deve atender a requisitos mínimos de desempenho estrutural, térmico, acústico e de durabilidade — parâmetros que devem nortear qualquer processo de seleção responsável. Ignorar essas diretrizes é um dos erros mais comuns em obras que enfrentam problemas prematuros de patologias, infiltrações e perda de resistência.
A Da Vinci Engenharia, com atuação consolidada em Curitiba e região, aplica esses critérios em todos os seus projetos — sejam residências, prédios comerciais, barracões industriais ou estruturas de concreto armado. A experiência acumulada ao longo de anos de obra real é o que permite à equipe recomendar os materiais certos para cada tipo de projeto, clima e orçamento.

Checklist prático: como escolher os materiais de construção passo a passo
Antes de detalhar os principais materiais, é fundamental entender o processo de seleção. Seguir um roteiro estruturado reduz erros, evita retrabalho e garante que cada decisão seja tecnicamente embasada. Veja o passo a passo recomendado pela Da Vinci Engenharia:
- Defina o tipo e a finalidade da edificação: residencial, comercial, industrial ou educacional. Cada uso exige padrões distintos de resistência, isolamento e acabamento.
- Consulte as normas técnicas aplicáveis: verifique as NBRs pertinentes (NBR 6118 para estruturas de concreto, NBR 7190 para estruturas de madeira, NBR 15270 para blocos cerâmicos, entre outras).
- Analise as condições do terreno e do clima local: em Curitiba, por exemplo, a amplitude térmica elevada e os índices de umidade exigem atenção redobrada à impermeabilização e ao desempenho térmico dos materiais.
- Avalie o orçamento disponível vs. custo total de ciclo de vida: um material mais barato na compra pode ser muito mais caro na manutenção. Compare custos de aquisição, aplicação e manutenção ao longo de 10, 20 e 30 anos.
- Verifique a disponibilidade e o prazo de entrega dos materiais: especialmente em projetos com cronograma rígido, a logística de fornecimento é crítica.
- Considere o impacto ambiental e a sustentabilidade: dê preferência a materiais certificados, com menor pegada de carbono ou provenientes de fontes renováveis e rastreáveis.
- Consulte um engenheiro civil ou arquiteto habilitado: a decisão final sobre especificação de materiais estruturais deve sempre passar pela responsabilidade técnica de um profissional registrado no CREA ou CAU.
Concreto: qual é o tipo certo para a sua estrutura?
O concreto é, sem dúvida, o material mais utilizado na construção civil brasileira — e por razões sólidas. Composto por cimento, água, agregados (areia e brita) e aditivos, ele oferece resistência mecânica elevada, moldabilidade e durabilidade comprovada. A ABNT NBR 6118:2023 (Projeto de Estruturas de Concreto) e a NBR 12655:2022 (Preparo, Controle, Recebimento e Aceitação do Concreto) são as principais referências normativas para seu uso estrutural no Brasil.
Na prática, a escolha do tipo de concreto varia conforme a aplicação:
- Concreto convencional (fck 20 a 30 MPa): indicado para fundações, lajes e vigas de edificações residenciais e comerciais de pequeno e médio porte.
- Concreto de alto desempenho (fck acima de 50 MPa): utilizado em estruturas que exigem maior resistência e menor permeabilidade, como pilares de edifícios altos e estruturas em ambientes agressivos.
- Concreto usinado: garante controle rigoroso do traço e da resistência — essencial para obras onde a variação de qualidade pode comprometer a segurança estrutural.
- Concreto autoadensável: dispensa vibração e é recomendado para formas complexas ou locais de difícil acesso.
Vantagens do concreto: alta resistência à compressão, durabilidade de 50 anos ou mais quando bem executado, adaptabilidade a diferentes formas geométricas e custo relativamente acessível para grandes volumes.
Pontos de atenção: o concreto tem baixa resistência à tração (daí a necessidade do aço no concreto armado), pode apresentar fissuras se não houver controle adequado de retração e cura, e sua produção é responsável por cerca de 8% das emissões globais de CO₂ — fator que reforça a importância de dosagens eficientes e uso criterioso.
Exemplo prático Da Vinci Engenharia: em obras de estruturas de concreto armado executadas em Curitiba, a equipe adota concreto usinado com controle tecnológico (slump test, corpos de prova para ensaio de compressão) conforme exigido pela NBR 12655, garantindo rastreabilidade e conformidade técnica em cada concretagem.
Madeira na construção: quando ela é a escolha certa?
A madeira é um dos materiais de construção mais antigos e, ao mesmo tempo, um dos mais alinhados com as tendências de sustentabilidade da construção civil contemporânea. Sua principal vantagem ambiental está no fato de ser um material renovável: quando proveniente de reflorestamentos certificados (como os selos FSC e CERFLOR), sua extração não compromete ecossistemas nativos.
A ABNT NBR 7190-1:2022 (Projeto de Estruturas de Madeira) estabelece os critérios técnicos para uso estrutural desse material no Brasil. Entre as principais aplicações na construção civil estão:
- Estruturas de telhado (tesouras, caibros, ripas)
- Forros e revestimentos internos
- Decks e áreas externas tratadas
- Casas em estrutura de madeira (wood frame)
- Formas para concretagem (madeira serrada ou compensado resinado)
Vantagens da madeira: excelente relação resistência/peso, propriedades naturais de isolamento térmico e acústico, facilidade de usinagem e montagem, apelo estético inegável e, quando certificada, baixo impacto ambiental.
Pontos de atenção: a madeira é vulnerável à ação de insetos xilófagos (cupins, brocas) e à umidade, especialmente em regiões com alto índice pluviométrico como Curitiba. O tratamento adequado com preservativos autoclavados (conforme NBR 7190 e recomendações do IPT) é indispensável para garantir durabilidade. Além disso, o risco de incêndio exige atenção ao dimensionamento estrutural e ao uso de tratamentos retardantes de chama em ambientes específicos.
Tijolos e blocos: cerâmica, concreto ou sílico-calcário?
Os tijolos e blocos são elementos amplamente utilizados em vedações verticais e, em alguns sistemas construtivos, também em paredes estruturais. A escolha entre os diferentes tipos disponíveis no mercado deve considerar o desempenho térmico, acústico, resistência à umidade e compatibilidade com o sistema construtivo adotado.
A ABNT NBR 15270:2017 (Componentes Cerâmicos) e a NBR 6136:2016 (Blocos Vazados de Concreto Simples) são as referências normativas para esses materiais. Conheça as principais opções:
- Tijolo cerâmico furado: o mais tradicional e econômico. Oferece boa trabalhabilidade, mas exige revestimento para proteção contra umidade. Indicado para vedações em ambientes secos.
- Bloco cerâmico estrutural: usado em alvenaria estrutural, com resistência superior ao tijolo furado comum. Requer projeto específico e controle rigoroso de execução.
- Bloco de concreto: resistência elevada, boa regularidade dimensional e indicado para obras que exigem maior durabilidade e resistência a impactos. Bastante utilizado em construções industriais e comerciais.
- Bloco sílico-calcário: excelente desempenho acústico e superfície lisa que pode dispensar revestimento. Ainda pouco difundido no Brasil, mas com uso crescente em projetos de alto padrão.
- Tijolo de solo-cimento: alternativa sustentável e econômica, produzida com mistura de solo local e cimento. Indicado para construções de baixo custo com supervisão técnica adequada.
Vantagens gerais: durabilidade, resistência ao fogo, inércia térmica (especialmente nos blocos mais espessos) e estética versátil, com possibilidade de uso aparente.
Pontos de atenção: o peso elevado pode demandar fundações mais robustas; a absorção de água varia conforme o tipo e deve ser verificada antes da especificação para ambientes úmidos.

Aço: o parceiro indispensável do concreto armado
O aço é o principal material de reforço do concreto armado e também protagoniza estruturas metálicas em edificações comerciais e industriais. Sua combinação com o concreto compensa a baixa resistência à tração deste último, resultando em um compósito com desempenho estrutural notável.
As principais referências normativas são a ABNT NBR 6118:2023 (estruturas de concreto armado) e a NBR 6152:2023 (materiais metálicos — ensaio de tração). Para estruturas metálicas, aplica-se a NBR 8681:2004 e a NBR 14762:2010.
Tipos de aço mais utilizados na construção:
- CA-50: o mais comum em obras residenciais e comerciais para armaduras de vigas, pilares e lajes.
- CA-60: usado principalmente em estribos e armaduras de distribuição.
- Aço estrutural (ASTM A36, A572): aplicado em estruturas metálicas, galpões industriais e mezaninos.
Vantagens: altíssima resistência à tração e compressão, ductilidade (capacidade de deformar antes de romper, o que confere maior segurança estrutural), reciclabilidade de quase 100% ao fim da vida útil.
Pontos de atenção: o aço é vulnerável à corrosão quando exposto sem proteção adequada. O cobrimento mínimo de concreto sobre as armaduras (definido pela NBR 6118 conforme a classe de agressividade ambiental) e o uso de tratamentos anticorrosivos em estruturas metálicas são medidas essenciais para garantir durabilidade.
Materiais de revestimento: acabamento com função técnica
Revestimentos não são apenas estéticos — eles protegem as estruturas contra umidade, desgaste e agentes agressivos. A escolha inadequada de revestimentos é uma das principais causas de patologias como infiltrações, eflorescências e destacamento de argamassa nas edificações.
Os principais revestimentos e suas aplicações:
- Chapisco, emboço e reboco (sistema de argamassa): base do revestimento externo e interno. Deve seguir a NBR 13749:2013 quanto a espessuras mínimas e máximas.
- Cerâmicas e porcelanatos: indicados para áreas molhadas, fachadas e pisos de alto tráfego. A especificação deve considerar o PEI (resistência ao desgaste) e o coeficiente de absorção de água conforme a NBR 13818:1997.
- Argamassas impermeabilizantes: essenciais em subsolos, reservatórios, banheiros e fachadas expostas. A NBR 9574:2008 orienta a execução de impermeabilizações.
- Tintas e texturas: a escolha deve considerar o substrato, a exposição ao sol e à chuva, e a necessidade de lavabilidade. Tintas acrílicas ou elastoméricas são recomendadas para fachadas expostas ao clima curitibano.
Sustentabilidade na escolha dos materiais: o que mudou e o que você precisa saber
A sustentabilidade deixou de ser um diferencial opcional para se tornar um critério técnico e, cada vez mais, uma exigência de mercado e regulatória. Em 2026, obras que buscam certificações como LEED, AQUA-HQE ou o selo Casa Azul (CAIXA) precisam demonstrar critérios rigorosos na seleção de materiais.
Algumas diretrizes práticas para tornar a escolha de materiais mais sustentável:
- Priorize materiais com menor energia incorporada: blocos de solo-cimento, madeira certificada e materiais reciclados têm pegada de carbono menor que o concreto convencional.
- Reduza o desperdício desde a especificação: o uso de dimensões modulares compatíveis com os materiais disponíveis (tijolos, painéis, perfis) reduz cortes e sobras de obra.
- Considere a eficiência térmica: materiais com maior inércia térmica ou isolamento (blocos espessos, lã de rocha, EPS) reduzem o consumo de energia para climatização ao longo de toda a vida útil do imóvel.
- Dê preferência a fornecedores locais: além de apoiar a economia regional, materiais produzidos próximos à obra reduzem emissões de transporte.
- Gerencie os resíduos da construção: a Resolução CONAMA 307 e a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010) estabelecem obrigações claras sobre destinação de entulho — o planejamento adequado dos materiais minimiza a geração de resíduos.
Planejamento e orçamento: como alinhar qualidade e custo na escolha dos materiais
Um dos erros mais comuns em obras é basear a escolha dos materiais exclusivamente no menor preço de compra. O custo real de um material deve considerar toda a sua vida útil — incluindo manutenção, reparos e eventual substituição antecipada. Esse conceito é conhecido como Custo do Ciclo de Vida (CCV) e é especialmente relevante em obras de maior porte ou em edificações que precisam durar décadas sem grandes intervenções.
Na prática, recomendamos três etapas para alinhar qualidade e custo:
- Elabore o memorial descritivo antes de comprar: o engenheiro responsável deve especificar cada material com marca, norma de referência e critérios de aceitação. Isso evita substituições inadequadas por pressão de custo durante a obra.
- Solicite pelo menos três orçamentos comparativos: compare não apenas o preço, mas também o prazo de entrega, assistência técnica e rastreabilidade (nota fiscal, certificado de qualidade).
- Reserve uma contingência de 10% a 15% do orçamento de materiais: imprevistos acontecem — variações de preço, necessidade de ajustes de projeto ou danos no transporte são situações comuns que precisam estar previstas financeiramente.
A Da Vinci Engenharia oferece consultoria e projeto estrutural com especificação técnica completa de materiais, garantindo que cada obra em Curitiba e região seja executada com os insumos corretos, dentro do orçamento planejado e com total conformidade às normas vigentes. Solicite um orçamento sem compromisso e fale com nossa equipe.
Da Vinci Engenharia: experiência aplicada na escolha dos materiais certos
Com portfólio diversificado que abrange projetos residenciais, comerciais, industriais e educacionais em Curitiba e região, a Da Vinci Engenharia acumula experiência real na especificação e aplicação dos materiais mais adequados para cada tipo de obra. Registrada no CREA-PR sob o número 58496, a empresa atua com equipe técnica qualificada e acompanha todas as etapas do projeto — do planejamento à entrega.
Entre os projetos executados com criteriosa seleção de materiais estão obras de estruturas de concreto armado, construção de casas e prédios, reformas e manutenção predial, recuperação de fachadas e construções para indústrias e comércios. Em cada projeto, a especificação dos materiais é feita com base em normas técnicas, ensaios e análise do contexto climático local — especialmente relevante para o clima subtropical de Curitiba, com geadas, chuvas intensas e elevada variação de temperatura.
Perguntas frequentes
Quais são os critérios mais importantes na escolha dos materiais de construção?
Os três critérios fundamentais são: adequação técnica ao tipo e finalidade da estrutura, conformidade com as normas técnicas brasileiras (NBR/ABNT) aplicáveis ao material e à obra, e análise do custo do ciclo de vida — que considera não apenas o preço de compra, mas os custos de manutenção e durabilidade ao longo de décadas. Fatores complementares incluem disponibilidade regional, impacto ambiental e compatibilidade com as condições climáticas locais.
Quais normas técnicas regulamentam os materiais de construção no Brasil?
As principais referências são: NBR 15575:2021 (Desempenho de Edificações Habitacionais), NBR 6118:2023 (Estruturas de Concreto Armado), NBR 7190-1:2022 (Estruturas de Madeira), NBR 15270:2017 (Componentes Cerâmicos), NBR 6136:2016 (Blocos de Concreto), NBR 12655:2022 (Preparo e Controle do Concreto) e NBR 9574:2008 (Impermeabilizações). Cada material e cada tipo de obra possui normas específicas que devem ser consultadas por um engenheiro habilitado.
É possível utilizar materiais sustentáveis sem aumentar o custo da obra?
Sim. Muitas soluções sustentáveis têm custo competitivo ou até inferior ao de materiais convencionais quando analisadas pelo ciclo de vida. Blocos de solo-cimento, madeira certificada de reflorestamento, argamassas com adição de escória de alto-forno e materiais de dimensão modular (que reduzem desperdício) são exemplos de escolhas sustentáveis que podem ser economicamente vantajosas. Além disso, materiais com melhor desempenho térmico reduzem os custos de energia do imóvel ao longo de sua vida útil.
Qual é a diferença entre tijolo cerâmico furado e bloco de concreto? Quando usar cada um?
O tijolo cerâmico furado é mais leve e econômico, sendo amplamente usado em vedações de obras residenciais e comerciais de pequeno porte. O bloco de concreto tem maior resistência mecânica, melhor regularidade dimensional e maior durabilidade, sendo preferido em construções industriais, comerciais de maior porte e em alvenarias que precisam de maior resistência a impactos ou umidade. A escolha deve levar em conta o projeto estrutural, as condições de uso e as exigências de desempenho térmico e acústico da edificação.
Como o clima de Curitiba influencia a escolha dos materiais de construção?
Curitiba possui clima subtropical úmido (Cfa/Cfb), com geadas frequentes no inverno, chuvas abundantes ao longo do ano e elevada amplitude térmica diária e sazonal. Esse contexto exige atenção especial a: impermeabilização eficiente de fundações, coberturas e fachadas; uso de materiais com boa inércia térmica para conforto no inverno; especificação de tintas e revestimentos externos com resistência a temperaturas baixas e à umidade; e tratamento adequado de estruturas de madeira contra o ataque de fungos favorecido pela umidade local.
Preciso de um engenheiro para especificar os materiais de construção da minha obra?
Sim. A especificação técnica dos materiais — especialmente os estruturais — é atribuição legal de engenheiro civil ou arquiteto habilitado, conforme a Lei 5.194/1966 e as resoluções do CONFEA/CREA. Além da obrigatoriedade legal, o acompanhamento técnico profissional evita erros de especificação que podem comprometer a segurança da estrutura, gerar patologias prematuras e resultar em custos muito superiores ao da contratação do profissional. A Da Vinci Engenharia oferece consultoria completa em projetos e especificação de materiais para obras em Curitiba e região.
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